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22/01/2009

Trensurb deve iniciar neste mês a expansão até Novo Hamburgo

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Uma nova paisagem - com algo de futurista - deve tomar conta do cenário que segue sobre o trajeto da antiga linha da RFFSA, entre São Leopoldo e Novo Hamburgo.

É que a tão esperada expansão da linha 1 da Trensurb, parece que enfim está prestes a se tornar realidade a partir da solenidade, que marcará o início da obra, previsto para este mês. Mas, o aspecto inovador, que confere à obra um ar de modernidade, é que todo o novo trecho, com 9,3 quilômetros de extensão, será construído em elevada, da mesma maneira que o segmento entre as estações Unisinos e São Leopoldo.

Segundo o superintendente de Desenvolvimento e Expansão da Trensurb, Humberto Kasper, o custo do quilômetro de trem em via elevada é de US$ 30 milhões a US$ 40 milhões, enquanto em superfície é de US$ 15 milhões a US$ 20 milhões. Mas é em via subterrânea que o trem possui o custo mais elevado, variando de US$ 70 milhões a US$ 120 milhões por quilômetro. Estes valores incluem os gastos com a obra civil, a via permanente, o material rodante e os sistemas automatizados de controle, energia e sinalização.

Embora o obra em elevada seja mais cara do que em superfície, a vantagem é que não vai dividir o município. Mas, para isso é preciso ter um espaço de pelo menos 60 metros de largura para a implantação da via. A elevada ocupa 12 metros de largura, as pistas laterais entre 7 metros e 12 metros para cada lado e, o restante, é dividido entre as calçadas.

Para operar com a nova linha também será necessária a compra de mais cinco trens, cujos modelos ainda não foram definidos. "Provalmente sejam escolhidos trens com seis composições. Os utilizados hoje possuem quatro. Assim o número de lugares será ampliado de 1 mil para 1,4 mil a 1,5 mil. Esse aumento na capacidade resolve os problemas dos horários de pico", afirma Kasper.

O projeto da obra também prevê o tratamento urbanístico sob a via, o que inclui a construção de ciclovias, quadras esportivas, áreas de lazer e recreação e estacionamentos, além de uma nova ponte rodoviária sobre o prolongamento da avenida Mauá. A nova travessia deverá facilitar a ligação entre São Leopoldo e Novo Hamburgo, desafogando as pontes existentes, saturadas pelo intenso fluxo de veículos.

Para o embarque e desembarque dos passageiros, no projeto, inicialmente, constam quatro estações: Rio dos Sinos, localizada em São Leopoldo; e as outras três - Liberdade; Fenac e Novo Hamburgo - no município de Novo Hamburgo. Kasper destaca que a construção das estações vai incorporar conceitos contemporâneos de acessibilidade universal, como rampas de acesso para cadeirantes, elevadores, piso especial para deficientes visuais, escadas rolantes, sinalização. A concepção das paradas prevê ainda equipamentos como bicicletários e espaços para serviços e negócios. Os terminais também devem dar atenção especial para integração intermodal com o sistema de ônibus. A meta inicial é de que a execução das duas primeiras estações - Rio dos Sinos e Liberdade - seja concluída até 2010.

A estação Fenac, terá um papel importante para a integração do sistema municipal e regional de transporte coletivo. Com uma localização estratégica, junto à Fenac e à nova estação rodoviária de Novo Hamburgo, vai facilitar o transbordo para o metrô de passageiros provenientes de outros municípios do Vale dos Sinos.

Há ainda a possibilidade de implantação de uma quinta parada - chamada de Industrial - para reduzir a distância entre as estações Liberdade e Fenac, distantes três quilômetros uma da outra. A atual linha do Trensurb possui 33,8 quilômetros de extensão e conta com 17 estações distribuídas em cinco municípios - Porto Alegre, Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul e São Leopoldo.

Tempo de viagem será reduzido para 55 minutos

A expectativa é de que demanda do Trensurb aumente em 30 mil pessoas, com a expansão da linha 1. Esse número pode ser ainda maior se a rede de integração entre as linhas de ônibus das regiões do entorno de Vale dos Sinos e proximidades for otimizada. Sem contar que quem utiliza o trem conta com a integração tarifária de mais de 280 linha de ônibus da Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA), através da bilhetagem eletrônica.

Um dos principais impactos positivos com ampliação da linha do metrô, é a consequente redução do número de ônibus e carros de passeio na BR-116. A estimativa é de que mais de 600 ônibus deixem de circular pela rodovia federal. A diminuição dos veículos em trânsito na BR-116 vai desafogar a via que já está saturada e aumentar a segurança, além de reduzir a emissão de gases poluentes no ambiente.

Para os usuários do trem, os ganhos vão além da economia com a tarifa, que é mais barata do que a do ônibus. O maior ganho é no tempo de viagem. O deslocamento dos 43,1 quilômetros entre Novo Hamburgo e a estação Mercado em, Porto Alegre, deve ser feito em 55 minutos. De ônibus, o tempo médio de viagem é de 75 a 90 minutos, dependendo sempre das condições de tráfego na BR-116. Outra vantagem do metrô é que ele vai contribuir para a melhoria do transporte público da RMPA para a Copa do Mundo de Futebol de 2014.

A ampliação do Trensurb vai custar R$ 652 milhões e será executada com recursos do governo federal. O consórcio Nova Via - formado pelas empresas Odebrecht, Andrade Gutierrez, Toniolo/Busnello, Bombardier, Baulfor Beatty e T'Trans, será o responsável pela obra. A Trensurb conta R$ 26,18 milhões liberados em dezembro e mais R$ 125 milhões incluídos pela bancada gaúcha no orçamento da União de 2009. Segundo o superintendente de Desenvolvimento e Expansão da Trensurb, Humberto Kasper, se houver um fluxo regular das verbas, a estimativa é de que ampliação seja concluída em quatro anos. "Estamos com a expectativa de que a obra seja incluída no Plano de Aceleração Econômica do governo federal, garantindo assim que não faltem recursos para sua execução", afirma.

Para a realização das obras no trecho de São Leopoldo, 400 famílias serão removidas da área viária. Deste total, 160 estão instaladas ao longo da faixa de domínio da nova linha de trem, na Vila dos Tocos, Bairro Rio dos Sinos. Os recursos para a infraestrutura e construção das casas para o reassentamento fazem parte do projeto. Para a remoção do restante das famílias, a Trensurb e a prefeitura de São Leopoldo contam com recursos do Ministério das Cidades. A expansão do Trensurb, licitada em 2001, foi embargada na época pelo Tribunal de Contas da União por suspeita de superfaturamento. Sanadas as irregularidades, a obra foi liberada.

Linha 2 está em estudo

A linha 2 do Trensurb também deve ganhar atenção especial este ano. A bancada gaúcha incluiu no orçamento da União de 2009, através de emendas parlamentares, recursos para o desenvolvimento de um projeto de engenharia para a expansão do metrô em Porto Alegre, além de um estudo de melhoria urbanística para a linha atual do Trensurb em Canoas, onde os trilhos dividem a cidade.

O superintendente de Desenvolvimento e Expansão da Trensurb, Humberto Kasper, conta que há três anos Trensurb, Metroplan e EPTC, firmaram uma parceria para a elaboração de um estudo conjunto - o Plano Integrado de Transporte e Mobilidade Urbana da Região de Porto Alegre (PITMUrb). O projeto, que contempla uma rede de transporte público de alta e média capacidades, para implantação em um horizonte de 20 anos, prevê a implementação de um sistema metroferroviário em Porto Alegre.

A linha seria circular e teria um total de 37,5 quilômetros de extensão e poderia ser implantada em etapas. Na primeira fase, estão sendo avaliadas duas hipóteses. Em uma delas a linha começaria no Centro da Capital, iria até o shopping Praia de Belas, depois seguiria pela Azenha, continuaria pela Bento Gonçalves passando pelo campus da PUC e terminaria na avenida João de Oliveira Remião. Nesta versão, a linha teria 13,2 quilômetros de comprimento.

Na segunda alternativa, ainda da primeira fase, a linha se estenderia até a avenida Manoel Elias e teria 20,7 quilômetros de extensão. Kasper explica que a execução da segunda hipótese está sendo simulada do ponto de vista econômico-financeiro pela Companhia Paulista de Desenvolvimento através de um protocolo assinado com a Trensurb.

O objetivo é definir as formas de viabilização financeira da obra, seja através apenas de investimento público ou com a participação da iniciativa privada. "Nosso objetivo é de concluir a análise até março, para termos um estudo sustentado para apresentarmos ao governo federal e tentarmos incluir nas obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC)", afirma Kasper.

 

Por Jornal do Comércio / RS

 

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