Fale Conosco pelo MSN ou Skype

 11 DE DEZEMBRO DE 2017

Email
HOME
QUEM SOMOS
Capacitação
Consultoria
PESQUISAS
NOTÍCIAS
Editorial
Destaques
Artigos / Entrevistas
Logística
Trânsito
Multimodalidade
Empresas
Comex - Mundo
Economia
Mercosul / Cone Sul
Tecnologia
Política
Legislação
Eventos e Cursos
Agência Intelog
ASSINE GRÁTIS
TODAS EDIÇÕES
INTELOG WIDGET
INTELOG TICKER
RSS
Entre em Contato
Tornar página inicial
Adicionar aos favoritos
Mapa do Portal
Recomendar
Imprimir esta página
Translate This Page

  Tempo



 

  Ferramentas

Calcule o tempo e as rotas para sua viagem
Show My Street - Passeio virtual pelas ruas do mundo
Flightradar 24 - Tráfego Aéreo em Tempo Real
Dados e Informações de Todos os Países do Mundo - IBGE
Veja a hora em tempo real no mundo todo - TimeTicker.com
Leia jornais de todo o planeta - Newseum.org

  10/12/2017   Pavimentação irá fomentar escoamento de produção por ferrovia - Para estimular o escoamento da produção agrícola ao terminal ferroviário ...     10/12/2017   Um pouco das teorias econômicas - Usualmente dedicamos esse espaço para tratar de questões de infraestrutura, transportes, logística em s...     10/12/2017   Setor de caminhões sai do atoleiro - As fabricantes de caminhões passaram o ano trabalhando para reduzir as perdas nas vendas do ano pass...     10/12/2017   Labrousse, do WEF: o segredo para avançar em infraestrutura - KATERINA LABROUSSE: "Políticos tendem a construir pontes para lugar nenhum".     10/12/2017   Os obstáculos que impedem a infraestrutura de florescer no Brasil - “Precisamos de Apples, Googles e Amazons brasileiras e isso não é alg...     10/12/2017   Portos recebem da União só 30% do previsto - Responsáveis por administrar 19 portos públicos, as sete companhias docas federais receberam...     10/12/2017   Dinheiro acabou, diz Fazenda. Como vamos criar infraestrutura? - Participação privada em infraestrutura não vai resolver nosso cresciment...     10/12/2017   Abdib lança iniciativa para aumentar disponibilidade de projetos para atrair investimentos privados - A Abdib lançou no dia 5 de dezembro...     10/12/2017   CCR ViaOeste inicia implantação de novas faixas na Rod. Castello Branco em Araçariguama - A obra acontece na pista sentido Capital entre ...     10/12/2017   CELCOIN FIRMA PARCERIA COM A CLICKBUS PARA VENDER PASSAGENS RODOVIÁRIAS PELO APLICATIVO - Novo recurso permite a venda de passagens para ...  
Translate to EnglishTraducir al EspañolÜbersetzung der Deutschen意大利語翻譯Traduit en FrançaisTraduci in Italiano

Clique para ampliar

06/12/2017

Terminal alia tecnologia com sustentabilidade para consolidar novo corredor de exportação de grãos no Brasil

Logística

Translate to EnglishTraducir al EspañolÜbersetzung der Deutschen意大利語翻譯Traduit en FrançaisTraduci in Italiano

Nota

?

0 votos

Ampliação de instalação da VLI no Porto de Santos, no litoral paulista, foi considerada a maior obra do setor no país e envolveu investimento bilionário para garantir eficiência logística e competitividade internacional, além de aliar novas práticas tecnológicas com sustentabilidade.

 
O escoamento da produção agrícola nacional tornou-se mais ágil e seguro com a ampliação do Terminal Integrador Portuário Luiz Antônio Mesquita (Tiplam), no Porto de Santos, entregue este ano pela VLI. Um investimento de R$ 2,7 bilhões possibilitou aliar eficiência logística com sustentabilidade.
 
O Tiplam localiza-se às margens do Canal de Piaçaguera e com a ampliação passa a movimentar 14,5 milhões de toneladas de produtos por ano. A capacidade é quase seis vezes superior à anterior, quando o terminal, originalmente inaugurado em 1969, operava apenas com a importação de enxofre, fertilizantes, rocha fosfática e amônia.
 
A expansão possibilitou que a instalação passasse a operar exportação de soja, farelo de soja, milho e açúcar, tornando-se uma moderna aliada para o escoamento da produção agrícola nacional. Com o adicional de capacidade já incrementado, o terminal acrescenta aproximadamente 20% ao volume de commodities agrícolas exportado por Santos em 2016.
 
Toda a carga destinada à exportação chegará por trilhos. Com a plena exploração do modal ferroviário, evitamos o acréscimo de 1.500 caminhões circulando por dia nas rodovias do litoral. "Não fazia sentido a gente investir mais de R$ 2 bilhões sem criar algum benefício para a comunidade onde estamos atuando", pondera o gerente-geral do Tiplam, Alessandro Gama.
 
A readequação da cadeia logística, visando segurança e qualificação operacional, custou cerca de R$ 2 bilhões. A empresa construiu terminais multimodais no interior, adquiriu novas locomotivas e vagões, modernizou a linha férrea no trajeto e está ampliando oficinas de manutenção.
 
As modernizações possibilitarão que o corredor de exportação de grãos, cujo destino final no País é Santos, aumente de 7,5 milhões para 19,8 milhões de toneladas de granéis sólidos ao ano. Segundo estimativas da própria companhia, o investimento possibilita redução de tempo no ciclo de toda a cadeia logística em até 70%.
 
Em sua estrutura original, o Tiplam possuía um pátio de enxofre, um armazém para fertilizantes, além de um tanque de amônia. Essa instalação, anterior à ampliação, totalizava 140 mil toneladas de capacidade estática para guardar os produtos, que até então tinham à disposição somente um berço de atracação de navios para importação.
 
Durante a ampliação, foram construídos um novo pátio para 66 mil toneladas e cinco novos armazéns: dois para grãos (83 mil toneladas cada), um para açúcar (114 mil toneladas), um que pode abrigar tanto açúcar quanto grãos (114 mil toneladas ou 83 mil toneladas) e outro para fertilizantes (60 mil toneladas).
 
O novo Tiplam completou-se com três novos berços construídos para atender à nova demanda da instalação. Os atracadouros, aos poucos, também são capazes de receber navios com maior capacidade e maior calado (profundidade estabelecida pela distância entre a linha d'água e o fundo da embarcação) ao final da recuperação do canal de navegação.
 
A ampliação do Tiplam ocorre em paralelo com a recuperação da profundidade do Canal de Piaçaguera, via aquaviária utilizada para acessar os terminais na região mais abrigada do Porto de Santos. A área, degradada com a exploração industrial de Cubatão no final do último século, demandou estudos específicos e cuidadosos.
 
"A dragagem é fundamental para o desenvolvimento econômico da região e para a solução ambiental do passivo. Hoje, a situação do canal é crítica, tanto ambiental, quanto economicamente", comenta o diretor comercial de novos negócios da VLI, Fabiano Lorenzi. Segundo ele, a recuperação do canal agrega para toda a região.
 
Para o passivo ambiental, soluções inéditas no País foram desenvolvidas para a deposição de sedimentos retirados do fundo do canal. "Iniciamos os estudos em 1999 e obtivemos o licenciamento em 2005. O planejamento é para restabelecer a navegabilidade e promover a limpeza segura", explica o presidente da Consultoria, Planejamento e Estudos Ambientais (CPEA), Sérgio Pompéia.
 
A CEPEA trabalhou em conjunto com autoridades ambientais brasileiras e estrangeiras, inclusive especialistas do Exército dos Estados Unidos. São três fases autorizadas, licenciadas e customizadas para execução dos trabalhos, todas elas com a máxima segurança à preservação da natureza, segundo a empresa.
 
Para receber o material de dragagem do Canal foi aberta uma cava subaquática construída próxima à região do Canal de Piaçaguera, em área abrigada. O sedimento, que antes ocupava a área, foi depositado em mar aberto, em local apropriado que já recebe os resíduos da dragagem do Canal do Estuário, principal via marítima de acesso aos terminais do Porto de Santos.
 
Os sedimentos não aptos à disposição oceânica dragados do Canal de Piaçaguera são depositados nessa célula, que foi isolada para evitar qualquer contaminação no ecossistema marinho no entorno. Ao final do preenchimento, previsto para ocorrer ainda este ano, o compartimento é selado e passa a ser monitorada por técnicos e engenheiros. A tecnologia adotada na dragagem chama-se Clean-Up (limpeza, em inglês).
 
"A disposição em cava é utilizada em diversos países, como os Estados Unidos. Após a etapa de disposição e confinamento, não há mais o risco de dispersão de contaminantes", explica o engenheiro especialista em dragagem Paul Schroeder, que integra o USACE (Corpo de Engenheiros do Exército Americano).
 
Com a dragagem, o Canal de Piaçaguera atingirá uma profundidade com material apto à disposição oceânica, facilitando dragagens de manutenção futuras. A ação também permitirá a navegação de navios de maior capacidade (tipo Panamax). Atualmente, o trecho, que também atende aos terminais do Polo Petroquímico de Cubatão, tem profundidade média de 10 metros, comprometendo o acesso aos cargueiros.

 

Por Do G1

 

Qual a sua avaliação?

0 Comentários - Faça o seu comentário

Voltar

Compartilhar

Clique para ampliar

Leia Também

CCR ViaOeste inicia implantação de novas faixas na Rod. Castello Branco em Araçariguama

Obras de pavimentação na via Dutra exigem fechamento provisório de acesso a Taubaté (SP)

Rota das Bandeiras inicia na segunda-feira (11) nova etapa da implantação das novas marginais da rodovia D. Pedro I (SP-065), em Campinas

Veja onde acontecem obras e serviços da CCR MSVia na BR-163/MS

CAF aprova projeto de financiamento para mobilidade urbana em Belo Horizonte

Pavimentação irá fomentar escoamento de produção por ferrovia

Um pouco das teorias econômicas

Setor de caminhões sai do atoleiro

Labrousse, do WEF: o segredo para avançar em infraestrutura

Os obstáculos que impedem a infraestrutura de florescer no Brasil

Mais...

 

Este site possui suporte ao formato RSS



Notícias em Tempo Real

   

Google
Pesquisa personalizada

       

 Powered by CIS Manager - Desenvolvido por Construtiva

Intelog - Inteligência em Gestão Logística